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terça-feira, junho 26, 2007



Morreu, nesta madrugada, J. Edwards,
o anão que interpretou o famoso robô R2D2
na saga cinematográfica Star Wars.




Sim amigos do FQL, os fãs da saga "Guerra nas Estrelas" tem muito o que chorar, pois morreu, nesta madrugada, o famoso J. Edwards, o anão magnata que interpretou o simpático robozinho R2D2. Ao que tudo indica, Little Jay (como era chamado pelos mais íntimos) sofreu uma terrível queda de aproximadamente meio metro, quando então caiu de sua cama durante o sono, quebrou o pescoço e faleceu.

As autoridades investigam se realmente tudo não passou de um lamentável acidente ou se o pequeno grande homem foi empurrado e, assim, assassinado pela esposa, com quem vinha tendo sérias discussões.

Em entrevista os familiares contaram que o corpo será cremado hoje às 15:00 no Crematório de Semi-Celebridades de Hollywood, onde são queimados os nano atores mais famosos do mundo cuja última vontade é a de não protagonizar um enterro de anão.

SAUDADES R2!!!

J. Edwards, rico e famoso

quarta-feira, maio 16, 2007


JORNALEVIANISMO
VERDADE
apresenta...





- Sr. Lao Chi Chi, fale um pouco sobre sua vida.
- Bem, tudo começou três mil anos atrás, quando a dinastia Ping finalmente derrotou o clã dos Pong e...
- Acho que o Sr. pode encurtar um pouquinho seu relato.
- Vocês ocidentais são apressados, mas tudo bem. Tive uma infância normal e fiz tudo aquilo que um menino faz: matei duas irmãs recém-nascidas a pedido de meu honorável pai - na China rural as meninas não são bem vistas, a não ser quando já é tarde demais; caçava filhotes de urso panda com meus irmãos; brincava de empilhar grãos de arroz, enfim, tudo muito natural. Mais tarde abandonei minha casa para cursar jornalismo sarcástico, pela Universidade Kagaro Nupal, onde conheci minha saudosa esposa.
- O Senhor foi casado?
- Sim, até minha ida ao Big Brother China.
- Ora vejam só, então temos uma celebridade chinesa trabalhando para o Fundo de Quintal Literário?
- Não exatamente, pois é difícil ser uma celebridade por lá.
- Por quê?
- Por conta do grande número de participantes na Casa - eram 150 concorrentes - e também por ser o BBC transmitido através da história oral e não pela televisão! Além do mais saí logo no início, sobrevivi apenas por 5 anos...
- Como assim?!
- Nossa versão dura 3 séculos e quem compete não é a pessoa, mas sim suas gerações em revezamento. Minha amada Kay Pao não aguentou de ciúme e me deixou assim que entrei no programa. Logo em seguida fui contratado pelo Diário Metafórico - um popular jornal chinês - para trabalhar como repórter esportivo, mas durou pouco.
- O Sr. foi demitido?
- Na verdade não. Como sei falar português, fui enviado ao Brasil como correspondente político para cobrir os escândalos do mensalão. Escrevia uma série de artigos mensais para o meu jornal, sob o título de Crônicas do Final da República e fazia muito sucesso.
- Que interessante. O Sr. não pensa em publicar esses textos aqui mesmo, no FQL?
- Na verdade já propus isso ao honorável Sr. Lyra, mas ele não acredita que o grande público iria se interessar. Talvez, se os leitores pedirem...
- E o que aconteceu depois?
- Como de costume no Brasil, o escândalo saiu de moda e meu editor julgou que valia mais a pena me abandonar no seu país que pagar minha passagem de volta. Caí na sarjeta da ilegalidade e sofri horrores. Foi quando decidi me matar...
- Conte-nos melhor essa história pobre Lao...
- Residia na Bahia - a lentidão dos baianos combina bem com a paciência chinesa - e me encontrava desesperado. Resolvi me suicidar como fazem os locais e estava decidido a empreender um harakiri baiano quando, em pleno Pelourinho, um jovem cheio de luz veio ao meu encontro: era o Honorável Sr. Lyra. Ele era turista e veio me pedir informações, pois seu mapa da cidade estava errado. Logo que avisei sobre a capital da Bahia ser Salvador e não Recife, ele jogou o dito mapa fora e, grato, me convidou para tomar uma cerveja.
- E foi aí que ele lhe chamou para o FQL?
- O senhor é apressado, quer fazer o favor de esperar? Bem, enquanto bebia a cerveja contei-lhe minha história e revelei-lhe minhas intenções de suicídio à moda baiana. Foi então que ele me disse ser o harakiri baiano uma prática desumana, que consistia em enfiar o dedo no ânus e rasgar tudo desde lá até o pescoço. Fiquei horrorizado.
- ...
- Ele então me ofereceu uma vaga de acessor no Fundo de Quintal Literário e aceitei com muito gosto. Hoje tenho esse maravilhoso emprego aqui no Rio de Janeiro e trabalho em troca de uma ração diária de arroz, acrescida, aos domingos, de uma bela cabeça de peixe. Tudo mudou pra melhor - graças a generosidade e o bom coração do Honorável Sr. Lyra.
- Que história emocionante Sr. Lao. Agora você acredita na vida?
- Acreditar, acredito. Mas, como Regina Duarte, ainda tenho medo...

terça-feira, maio 15, 2007

Não perca amanhã!!!!

"JORNALEVIANISMO VERDADE"
apresentando:

Entrevista com Lao Chi Chi



É com imenso orgulho que o Fundo de Quintal Literário reserva para você, amanhã, a nova série "Jornalevianismo Verdade", trazendo uma entrevista imperdível com Lao Chi Chi, o imigrante ilegal chinês envolto em mistérios que trabalha conosco. Não deixe de conferir e fique sabendo todos os detalhes da vida deste sábio homem do Oriente...